(Super Vídeo)
Agora vocês verão o vídeo da  nossa peça,foi sobre o livro A Bagaceira como  já perceberam,espero que  gostem tiramos 2,8 nesse bimestre mais bimestre que vem,iremos nos superar!!! 



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Slide sobre o livro "A Bagaceira"


                  (Preste atenção)

Um pequeno slide do livro que nosso grupo apresentou, espero que vocês gostem, tem uma pequena pergunta sobre o slide,vendo você verá,a melhor resposta ganhará uma caixa de bombom,não fale apenas a resposta e sim o que você achou do nosso slide,a melhor será escolhida pelo professor Diogo.

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"Peça A Bagaceira Roteiro"

                               "A BAGACEIRA"

                                      (PARTE 1)





                                                 

  • LÚCIO- Seu pai não está?
  • SOLEDADE- Deu um pulo ali na rua.Já vem já.
  • LÚCIO- Bem,neste caso volto daqui apolco.
  • SOLEDADE- Ah!Não quer entrar?
  • LÚCIO- Não está ninguém?
  • SOLEDADE- E eu?Então oque sou eu?
  • (Lúcio entrou com  Soledade e prontificou-se a tirar-lhe o retrato,fingindo que a pintava).
  • LÚCIO- Faça sério,faça sério!
  • SOLEDADE-Você quer uma cara feia não é?
  • (Lúcio continuava a simular que à pintava e Soledade perdia a paciência o estudante então entrega o retrato).
  • SOLEDADE-Quem é?
  • LÚCIO-Não está vendo?
  • SOLEDADE-Eu?Mais eu não tenho essa venta!
  • (O estudante ia se retirando quando ela o acudio).
  • SOLEDADE-Se é meu fica comigo!
  • LÚCIO-Não é meu, só serve pra mim é tão feio.
  • SOLEDADE-É sua noiva não é?
  • LÚCIO-Não é uma santa.
  • (Lúcio retirou-se e avistou Pirunga e ao defrontá-lo Lúcio pergunta).

                                 ( PARTE 2)
                               


  • LÚCIO-Pirunga, tu gosta dela ?
  • PIRUNGA-Oxente!Pois não haverá de gostar?Fomos criados juntos.
  • LÚCIO-Eu sei,mais também poderia ser tua mulher.
  • (Depois levantou a mão ao ombro).
  • LÚCIO-Não deixes que ela caia na unha de um desses cafajestes.
  • PIRUNGA-Soledade não quer bem à ninguém.
  • PIRUNGA-Só se agora está querendo.
  • PIRUNGA-Os homens de lá não ligam ás mulheres daqui,mais sertaneja tem queda por brejeiro.
  • PIRUNGA-Até o senhor está aceirando?
  • LÚCIO-Não senhor!Eu não maldo não senhor.
  • LÚCIO-Não é por nada.É porque ela é o retrado de minha mãe.
  • (Acena volta a casa de Soledade).
  • SOLEDADE-Eu não passo de uma retirante...
  • Ninguém quer saber de mim.Mas se não fosse a seca,eu não levava em conta eu sou tão feia.
                                 (PARTE 3)
                                      
  • (Soledade e Lúcio voltam a se encontrar).
  • SOLEDADE-Papai já anda com uma mosca atrás da orelha e é capaz de fazer uma das dele.
  • LÚCIO-Pelo velho eu respondo.Agora se você está aborrecida é outro coisa.
  • SOLEDADE-Você promete segredo?Pois bem:foi o Major que jurou botar papai pra fora se agente ainda viver.
  • LÚCIO-Viver oquê?
  • SOLEDADE-Você sabe seu sonso!
  • (Soledade entrou em (casa) e ele espera Soledade sair).
  • LÚCIO-Soledade quem é o velho?
  • SOLEDADE-Quem não é moço!
  • LÚCIO-Não é isso que eu quero saber!Diga quem é o moço?
  • SOLEDADE-Ora essa!Moço é quem não é velho!
  • LÚCIO-Como!Então me responda quem é o carrapato?
  • SOLEDADE-Ah!Já sei...
  • (Começa a pegar folhas de árvores).
  • SOLEDADE-Você viu?Pois fique sabendo:o moço,não digo.O velho é seu pai,o carrapato é Pirunga.
  • LÚCIO-Meu pai Soledade?Então meu pai ainda lhe dá flores...
  • SOLEDADE-Eu não digo!Era só oque faltava.
  • SOLEDADE-Olhe Lú:é preciso que nos vejamos menos pra não nos deixarmos de ver.
  • (Surgiu Pirunga).
  • PIRUNGA-Olhe que estão fazendo má ausência do senhor,um falando de bem,outro mal...
  • (E mirando em Soledade Com os olhos filhos.
  • PIRUNGA-Mas,criatura,não vê que ele não é pra você...
  • (Soledade chega em casa).
                                      (PARTE 4)

           
  • VALENTIM-Aqui anda coisa.Vive de orelha em pé anda de venta enchada.
  • (Ele sondava Pirunga por palavras favessas).
  • VALENTIM-Desde que isto se encasquetou na minha cabeça que vivo com a cara calçada de vergonha.
  • PIRUNGA-Lá por isso não.
  • (Valentim aferrou a pele gorja,fitando-a na cara,querendo o segredo dos olhos).
  • SOLEDADE-Oquê?Eu?Pai está mais é caduco!Isso não é besteira de Pirunga?
  • (Valentim tossiu.E a tosse pegou em  todos três,entrou em si e apanhou um lencinho).
  • SOLEDADE-Quem dá presente de lenço...Diz que acaba brigando.
  • (E dando costas com medo de vê-la protestou)!
  • PIRUNGA-É menos verdade Soledade!Você está inventando!
  • VALENTIM-Eu sou lhe dei aquela figa de ouro pra você esconjurar as tentações.
  • SOLEDADE-tais foi mesmo que nada!
  • (Então ela desafora numa fronta monstruosa).
  • SOLEDADE-Pois bem,foi o feitor!Agora quero ver!
  • (E cruzou os braços).
  • PIRUNGA-Padrinho vossmecê não é brejeiro!Sertanejo não levanta a mão contra mulher!
  • (Valentim correu doido, gritava o molecório,na assuada alegre).
  • VALENTIM-Menina você tem pena do sertão?Já lhe tomou o fôlego.Anda muito senhora de si.
  • (Todos foram deitar.Levantando,tudo contava como num coro de despedida.Pirunga levanta.
                                   (PARTE 5)



  • PIRUNGA-Padrinho, deixe de pantim!
  • VALENTIM-Se fosse coisa que eu tivesse feito mal a ela aí eu seria o primeiro!
  • PIRUNGA-Agente não deve pugar em tudo.Largue mão dessa besteira!Uma coisa de nada.
  • VALENTIM-Meu filho vamos embora!
  • (E ele ajustava a espoleta.O passarinho cantou de novo:o passarinho contou,de novo.Pirunga pensou que fosse um aviso da passagem do feitor).
  • PIRUNGA-Mais padrinho!
  • VALENTIM-Ninguém me tira o meu direito.
  • DAGOBERTO-Brejeiro,quando dá pra valentão não há sertanejo que pegue!
  • VALENTIM-Seu Major não venha!
  • DAGOBERTO-Velho você está doido?
  • VALENTIM-O senhor garante?
  • (Valentim joga a pistola no chão).
  • DAGOBERTO-Sufoque o homem!Passe-lhe a embira!Isso!Acoche mais,de com força!
  • VALENTIM-Eu corto a corda e espalho até o senhor de engenho.
  • VALENTIM-Toma conta dela?
  • PIRUNGA-Eu queria tanto!Mas há jeito padrinho?
  • VALENTIM-Meu filho você não prometeu?
  • (Valentim é levado pra delegacia.Soledade chorava e Pirunga ao seu lado até que)...
  • SOLEDADE-Saia que eu quero fechar!
  • PIRUNGA-Eu fico fazendo conpanhia,você pode ter medo.
  • SOLEDADE-Está é boa!Ninguém me tira pedaço.
  • SOLEDADE-Você logo não vê...
  • DAGOBERTO-Eu era pra não deixar sombra desta raça aqui.
  • (E sai, no outro dia...Lúcio chega a delegacia do pai).
                                   (PARTE 6)



  • DAGOBERTO-Que me quer?Vamos lá desembuche!
  • LÚCIO-Eu sei que o senhor leva a mal.
  • DAGOBERTO- Se levo?E porque não hei de levar?Êu já sabia que andava metido com o assaassino.
  • LÚCIO-Como o senhor sabe?
  • DAGOBERTO- Se sei?Até gato e cachorro sabe.Vai defender aquele bandido no júri.Foi pra isso que o botei no estudo pra ser contra mim,pra mim derrotar.Sim,porque se ele for livre,me liquida em dois tempos!
  • LÚCIO-ais quem foi meu pai?
  • DAGOBERTO-Ora não se fassa de desentendido.
  • LÚCIO-Meu pai,eu serei advogado de Valentim.Mas não era isto o que eu venho dizer-lhe.Eu queria Dizer-lhe...
  • DAGOBERTO-Que ajudará a me matar?É isso?
  • LÚCIO-Não senhor,não perca a calma.Saiba que...Vou me casar com a filha do assassino.
  • DAGOBERTO-Oquê,então você...Quer que lhe digo?É de sua vontade?Ora essa mesmo o que faltava...Pra que foi que eu gastei tantos e quantos?Dinheiro que dava pra levantar a cabeça de tanta gente...Pra que foi que o tirei da bagaceira.Nem bonita é.
  • LÚCIO-Seria do gosto de minha mãe.
  • DAGOBERTO-Então seu corno você pensa que me bota o pé no pescoço?Que me desmoraliza a raça?
  • DAGOBERTO-Não!Não casará com a retirante.Corto a mesada boto fora de casa.
  • LÚCIO-Por se retirante não.O senhor não casou com minha mãe.
  • DAGOBERTO-E a que vem com isso?Sua mãe não era uma mundiça.
  • LÚCIO-Não diga isso meu pai!
  • DAGOBERTO-Não diga isso o quê?Meu filho não pode ser tua esposa,eu profanei a memória de tua mãe,mais foi tua mãe que amei nela.
  • LÚCIO-Que é que o senhor está dizendo?Meu pai o senhor está mentindo.
  • DAGOBERTO-Ah!Meu filho antes fora mentira.
  • LÚCIO-É por isso que o senhor tem medo do assassino.
  • (Lúcio retirou-se e foi direto a casa de Soledade,estava sentada e sentada ficou).
                                (PARTE 7)
                                 
  • LÚCIO-Tu és muito desgraçada!
  • SOLEDADE-Se quer me matar,mate,mas maltratar isso não .
  • LÚCIO-Morta já estás,alma seca,deu lhe as costas pra nunca mas voltar e gritar de longe...
  • LÚCIO-Até o dia do juízo!
  • SOLEDADE-Ah!Esse nunca lhe chegará.
  • (Dagoberto (morre) em uma corrida de cavalo).
                           (FINAL) 
  • (Pirunga chega).   


 

  • PIRUNGA-Eu jurei que não matava e não matei eu matei?Hein?Patrão eu matei?
  • (Soledade chega).
  • SOLEDADE-Foi você!Se é homem,não negue!
  • (A pistola do corpele Pirunga lançou-se sobre ela arrebatou-lhe a arma e Jogou por cima da parede,Soledade atirou-se com unhas e dentes).
  • (Lúcio viera arrecadar a herança paterna).

 

  • LÚCIO-Então meu pai correu atrás da morte até encontrá-la,o caminho da felicidade que nos ensina vai além de vossos domínios,a vossa submisão era filha da ignorância e da miséria,eu vos dei uma conciência e um braço forte para que pudessses ser livre.Bom eu criei o meu mundo,mais nem Deus pode fazer o homem a sua imagem e semelhança.E Com tudo isso nossa peça chega ao    "FIM".
 
  • Jéssica(Dagoberto);
  • Priscila(Soledade); 
  • Dimas(Lúcio);
  • Marivaldo(Pirunga);
  • Nágla(Valentim).


                                    







                                     

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