Slide sobre o livro "A Bagaceira"
| às 07:56
(Preste atenção)
Um pequeno slide do livro que nosso grupo apresentou, espero que vocês gostem, tem uma pequena pergunta sobre o slide,vendo você verá,a melhor resposta ganhará uma caixa de bombom,não fale apenas a resposta e sim o que você achou do nosso slide,a melhor será escolhida pelo professor Diogo.
Um pequeno slide do livro que nosso grupo apresentou, espero que vocês gostem, tem uma pequena pergunta sobre o slide,vendo você verá,a melhor resposta ganhará uma caixa de bombom,não fale apenas a resposta e sim o que você achou do nosso slide,a melhor será escolhida pelo professor Diogo.
"Peça A Bagaceira Roteiro"
| às 17:42
"A BAGACEIRA"
(PARTE 1)
- LÚCIO- Seu pai não está?
- SOLEDADE- Deu um pulo ali na rua.Já vem já.
- LÚCIO- Bem,neste caso volto daqui apolco.
- SOLEDADE- Ah!Não quer entrar?
- LÚCIO- Não está ninguém?
- SOLEDADE- E eu?Então oque sou eu?
- (Lúcio entrou com Soledade e prontificou-se a tirar-lhe o retrato,fingindo que a pintava).
- LÚCIO- Faça sério,faça sério!
- SOLEDADE-Você quer uma cara feia não é?
- (Lúcio continuava a simular que à pintava e Soledade perdia a paciência o estudante então entrega o retrato).
- SOLEDADE-Quem é?
- LÚCIO-Não está vendo?
- SOLEDADE-Eu?Mais eu não tenho essa venta!
- (O estudante ia se retirando quando ela o acudio).
- SOLEDADE-Se é meu fica comigo!
- LÚCIO-Não é meu, só serve pra mim é tão feio.
- SOLEDADE-É sua noiva não é?
- LÚCIO-Não é uma santa.
- (Lúcio retirou-se e avistou Pirunga e ao defrontá-lo Lúcio pergunta).
( PARTE 2)

- LÚCIO-Pirunga, tu gosta dela ?
- PIRUNGA-Oxente!Pois não haverá de gostar?Fomos criados juntos.
- LÚCIO-Eu sei,mais também poderia ser tua mulher.
- (Depois levantou a mão ao ombro).
- LÚCIO-Não deixes que ela caia na unha de um desses cafajestes.
- PIRUNGA-Soledade não quer bem à ninguém.
- PIRUNGA-Só se agora está querendo.
- PIRUNGA-Os homens de lá não ligam ás mulheres daqui,mais sertaneja tem queda por brejeiro.
- PIRUNGA-Até o senhor está aceirando?
- LÚCIO-Não senhor!Eu não maldo não senhor.
- LÚCIO-Não é por nada.É porque ela é o retrado de minha mãe.
- (Acena volta a casa de Soledade).
- SOLEDADE-Eu não passo de uma retirante...
- Ninguém quer saber de mim.Mas se não fosse a seca,eu não levava em conta eu sou tão feia.

- (Soledade e Lúcio voltam a se encontrar).
- SOLEDADE-Papai já anda com uma mosca atrás da orelha e é capaz de fazer uma das dele.
- LÚCIO-Pelo velho eu respondo.Agora se você está aborrecida é outro coisa.
- SOLEDADE-Você promete segredo?Pois bem:foi o Major que jurou botar papai pra fora se agente ainda viver.
- LÚCIO-Viver oquê?
- SOLEDADE-Você sabe seu sonso!
- (Soledade entrou em (casa) e ele espera Soledade sair).
- LÚCIO-Soledade quem é o velho?
- SOLEDADE-Quem não é moço!
- LÚCIO-Não é isso que eu quero saber!Diga quem é o moço?
- SOLEDADE-Ora essa!Moço é quem não é velho!
- LÚCIO-Como!Então me responda quem é o carrapato?
- SOLEDADE-Ah!Já sei...
- (Começa a pegar folhas de árvores).
- SOLEDADE-Você viu?Pois fique sabendo:o moço,não digo.O velho é seu pai,o carrapato é Pirunga.
- LÚCIO-Meu pai Soledade?Então meu pai ainda lhe dá flores...
- SOLEDADE-Eu não digo!Era só oque faltava.
- SOLEDADE-Olhe Lú:é preciso que nos vejamos menos pra não nos deixarmos de ver.
- (Surgiu Pirunga).
- PIRUNGA-Olhe que estão fazendo má ausência do senhor,um falando de bem,outro mal...
- (E mirando em Soledade Com os olhos filhos.
- PIRUNGA-Mas,criatura,não vê que ele não é pra você...
- (Soledade chega em casa).
- VALENTIM-Aqui anda coisa.Vive de orelha em pé anda de venta enchada.
- (Ele sondava Pirunga por palavras favessas).
- VALENTIM-Desde que isto se encasquetou na minha cabeça que vivo com a cara calçada de vergonha.
- PIRUNGA-Lá por isso não.
- (Valentim aferrou a pele gorja,fitando-a na cara,querendo o segredo dos olhos).
- SOLEDADE-Oquê?Eu?Pai está mais é caduco!Isso não é besteira de Pirunga?
- (Valentim tossiu.E a tosse pegou em todos três,entrou em si e apanhou um lencinho).
- SOLEDADE-Quem dá presente de lenço...Diz que acaba brigando.
- (E dando costas com medo de vê-la protestou)!
- PIRUNGA-É menos verdade Soledade!Você está inventando!
- VALENTIM-Eu sou lhe dei aquela figa de ouro pra você esconjurar as tentações.
- SOLEDADE-tais foi mesmo que nada!
- (Então ela desafora numa fronta monstruosa).
- SOLEDADE-Pois bem,foi o feitor!Agora quero ver!
- (E cruzou os braços).
- PIRUNGA-Padrinho vossmecê não é brejeiro!Sertanejo não levanta a mão contra mulher!
- (Valentim correu doido, gritava o molecório,na assuada alegre).
- VALENTIM-Menina você tem pena do sertão?Já lhe tomou o fôlego.Anda muito senhora de si.
- (Todos foram deitar.Levantando,tudo contava como num coro de despedida.Pirunga levanta.
- PIRUNGA-Padrinho, deixe de pantim!
- VALENTIM-Se fosse coisa que eu tivesse feito mal a ela aí eu seria o primeiro!
- PIRUNGA-Agente não deve pugar em tudo.Largue mão dessa besteira!Uma coisa de nada.
- VALENTIM-Meu filho vamos embora!
- (E ele ajustava a espoleta.O passarinho cantou de novo:o passarinho contou,de novo.Pirunga pensou que fosse um aviso da passagem do feitor).
- PIRUNGA-Mais padrinho!
- VALENTIM-Ninguém me tira o meu direito.
- DAGOBERTO-Brejeiro,quando dá pra valentão não há sertanejo que pegue!
- VALENTIM-Seu Major não venha!
- DAGOBERTO-Velho você está doido?
- VALENTIM-O senhor garante?
- (Valentim joga a pistola no chão).
- DAGOBERTO-Sufoque o homem!Passe-lhe a embira!Isso!Acoche mais,de com força!
- VALENTIM-Eu corto a corda e espalho até o senhor de engenho.
- VALENTIM-Toma conta dela?
- PIRUNGA-Eu queria tanto!Mas há jeito padrinho?
- VALENTIM-Meu filho você não prometeu?
- (Valentim é levado pra delegacia.Soledade chorava e Pirunga ao seu lado até que)...
- SOLEDADE-Saia que eu quero fechar!
- PIRUNGA-Eu fico fazendo conpanhia,você pode ter medo.
- SOLEDADE-Está é boa!Ninguém me tira pedaço.
- SOLEDADE-Você logo não vê...
- DAGOBERTO-Eu era pra não deixar sombra desta raça aqui.
- (E sai, no outro dia...Lúcio chega a delegacia do pai).
- DAGOBERTO-Que me quer?Vamos lá desembuche!
- LÚCIO-Eu sei que o senhor leva a mal.
- DAGOBERTO- Se levo?E porque não hei de levar?Êu já sabia que andava metido com o assaassino.
- LÚCIO-Como o senhor sabe?
- DAGOBERTO- Se sei?Até gato e cachorro sabe.Vai defender aquele bandido no júri.Foi pra isso que o botei no estudo pra ser contra mim,pra mim derrotar.Sim,porque se ele for livre,me liquida em dois tempos!
- LÚCIO-ais quem foi meu pai?
- DAGOBERTO-Ora não se fassa de desentendido.
- LÚCIO-Meu pai,eu serei advogado de Valentim.Mas não era isto o que eu venho dizer-lhe.Eu queria Dizer-lhe...
- DAGOBERTO-Que ajudará a me matar?É isso?
- LÚCIO-Não senhor,não perca a calma.Saiba que...Vou me casar com a filha do assassino.
- DAGOBERTO-Oquê,então você...Quer que lhe digo?É de sua vontade?Ora essa mesmo o que faltava...Pra que foi que eu gastei tantos e quantos?Dinheiro que dava pra levantar a cabeça de tanta gente...Pra que foi que o tirei da bagaceira.Nem bonita é.
- LÚCIO-Seria do gosto de minha mãe.
- DAGOBERTO-Então seu corno você pensa que me bota o pé no pescoço?Que me desmoraliza a raça?
- DAGOBERTO-Não!Não casará com a retirante.Corto a mesada boto fora de casa.
- LÚCIO-Por se retirante não.O senhor não casou com minha mãe.
- DAGOBERTO-E a que vem com isso?Sua mãe não era uma mundiça.
- LÚCIO-Não diga isso meu pai!
- DAGOBERTO-Não diga isso o quê?Meu filho não pode ser tua esposa,eu profanei a memória de tua mãe,mais foi tua mãe que amei nela.
- LÚCIO-Que é que o senhor está dizendo?Meu pai o senhor está mentindo.
- DAGOBERTO-Ah!Meu filho antes fora mentira.
- LÚCIO-É por isso que o senhor tem medo do assassino.
- (Lúcio retirou-se e foi direto a casa de Soledade,estava sentada e sentada ficou).

- LÚCIO-Tu és muito desgraçada!
- SOLEDADE-Se quer me matar,mate,mas maltratar isso não .
- LÚCIO-Morta já estás,alma seca,deu lhe as costas pra nunca mas voltar e gritar de longe...
- LÚCIO-Até o dia do juízo!
- SOLEDADE-Ah!Esse nunca lhe chegará.
- (Dagoberto (morre) em uma corrida de cavalo).
- (Pirunga chega).
- PIRUNGA-Eu jurei que não matava e não matei eu matei?Hein?Patrão eu matei?
- (Soledade chega).
- SOLEDADE-Foi você!Se é homem,não negue!
- (A pistola do corpele Pirunga lançou-se sobre ela arrebatou-lhe a arma e Jogou por cima da parede,Soledade atirou-se com unhas e dentes).
- (Lúcio viera arrecadar a herança paterna).
- LÚCIO-Então meu pai correu atrás da morte até encontrá-la,o caminho da felicidade que nos ensina vai além de vossos domínios,a vossa submisão era filha da ignorância e da miséria,eu vos dei uma conciência e um braço forte para que pudessses ser livre.Bom eu criei o meu mundo,mais nem Deus pode fazer o homem a sua imagem e semelhança.E Com tudo isso nossa peça chega ao "FIM".
- Jéssica(Dagoberto);
- Priscila(Soledade);
- Dimas(Lúcio);
- Marivaldo(Pirunga);
- Nágla(Valentim).
Assinar:
Comentários (Atom)















